Se em 2014, enquanto eu jogava bf4, me perguntassem como eu imaginaria um battlefield em 2025, eu acredito que seria exatamente o que o Battlefield 6 é. O jogo traz melhorias e algumas mecânicas novas ao mesmo tempo que é muito forte nas bases de um bom battlefield, quando você joga o bf6 você pensa o tempo todo: “isso é battlefield”, o que pode ser óbvio mas esse sentimento se perdeu nos últimos títulos da franquia. O jogo possui uma gunplay muito boa, mapas muito bons, diversos modos e boa quantidade de equipamentos e armas. Claro que tem alguns pontos de melhoria como: mais snipers, veículos faltando (littlebird e barcos), mais mapas maiores, etc. Porém o jogo tem uma base muito sólida e acredito que se continuarem adicionando conteúdo ao jogo, como provavelmente vão, baseado no que eles mesmos já anunciaram, devemos ter um battlefield que sentará ao lado dos grandes da franquia.
Em meio ao caos organizado de um jogo competitivo moderno, plataforma se ergue como uma verdadeira ópera do imprevisível. Cada partida é um palco onde convivem o estrategista silencioso que joga como se fosse uma missão da CIA, o russo que grita “rush B” antes mesmo do round começar, e o brasileiro que transforma o chat de voz em um stand-up improvisado. Entre granadas mal lançadas e tiros certeiros que desafiam a física, nasce uma experiência quase artística — uma mistura de tensão, humor e pura insanidade digital. É o ponto de encontro entre a precisão milimétrica e o caos absoluto, onde a vitória muitas vezes depende mais da paciência do que da pontaria. CS2 não é apenas um jogo; é um retrato fiel da humanidade em 5 contra 5 — onde o herói, o traidor e o comediante podem ser a mesma pessoa, no mesmo round.